Simulação de phishing e formação:
treinar o elo humano antes que o ataque real o teste
A maioria dos incidentes de segurança em PMEs começa com um clique num email. Testamos a sua equipa com campanhas de phishing simulado realistas, formamos quem cai no momento em que cai, e medimos a evolução trimestre a trimestre — com relatórios prontos para seguradoras, clientes NIS2 e auditorias.
Programa de simulação e sensibilização — contínuo, não pontual
Quem deve treinar a equipa contra phishing
Empresas onde o email decide pagamentos
Financeiro e direção são os alvos da fraude do CEO e das faturas falsas — golpes que custam dezenas de milhares de euros a PMEs portuguesas todos os meses. São as funções que mais beneficiam de treino dirigido.
Quem já teve um quase-acidente
Alguém clicou, alguém quase transferiu, uma conta foi comprometida. O susto é o melhor momento para instalar o treino — a motivação da equipa nunca estará tão alta.
Fornecedores com requisitos a cumprir
Seguradoras e clientes NIS2 pedem "sensibilização regular com evidência". Uma palestra anual sem registo não responde; um programa medido com relatórios trimestrais responde.
Do baseline ao reflexo treinado
Preparação e anúncio
Definição do programa com a gestão, whitelisting técnico e anúncio à equipa: vai haver simulações, são treino, ninguém será exposto.
Campanha de baseline
Primeira medição real: taxas de abertura, clique e reporte. É o ponto de partida contra o qual tudo se compara.
Formação inicial
Sessão prática para toda a equipa, construída sobre os resultados do baseline — exemplos reais, não teoria.
Campanhas contínuas
Simulações trimestrais (ou mensais) com cenários variados e micro-formação a quem cai. O reflexo constrói-se com repetição.
Relatório e ajuste
Evolução medida e reportada por trimestre; cenários ajustados aos pontos fracos. A evidência acumula-se para quem a pedir.
Que percentagem da sua equipa clicaria hoje num email de phishing bem feito?
A campanha de baseline responde com números reais. A média das primeiras campanhas que corremos: mais de 1 em cada 4.
Simulação integrada na segurança — não um gadget isolado
Vemos os ataques reais
Limpamos as consequências de phishing real em empresas portuguesas — contas comprometidas, fraudes, ransomware. Os nossos cenários vêm dessa realidade, não de um catálogo.
Pessoas primeiro
O programa é desenhado para criar confiança e reflexos, não medo. Equipas treinadas por nós reportam mais — e reportar é o comportamento que trava ataques a meio.
Parte de uma defesa completa
O treino humano soma-se ao MFA, ao EDR e à proteção de email que também implementamos. Quando o clique acontecer mesmo — e um dia acontece — as outras camadas seguram.
Medição honesta
Relatórios com as métricas que interessam — cliques E reportes, evolução real — sem inflacionar sustos para vender mais serviço.
Evidência para quem pergunta
Seguradoras, clientes NIS2 e auditorias recebem exatamente o que pedem: programa contínuo, participação e evolução documentadas.
Custo pequeno, risco enorme coberto
Poucos euros por utilizador por ano contra a fraude média de milhares. Das medidas de segurança, é a de melhor rácio custo/risco a seguir ao MFA.
Dúvidas sobre Simulação de Phishing
Como funciona uma simulação de phishing?
Enviamos à equipa emails falsos mas realistas — o falso aviso de entrega, a falsa partilha de documento, o falso pedido de reset de password — e medimos quem abre, quem clica e quem chega a introduzir credenciais. Quem cai não é castigado: é levado a um momento de formação imediato e curto ("eis o que devia ter notado neste email"). Ao longo dos trimestres, a taxa de cliques desce e a taxa de reporte sobe — e fica tudo medido.
Isto não cria má atmosfera na equipa?
Só se for mal conduzido — e é por isso que a condução importa tanto quanto a ferramenta. As nossas regras: a gestão anuncia previamente que haverá simulações (sem dizer quando), os resultados individuais servem para formar e nunca para punir ou expor, e o tom é de treino, não de armadilha. Bem feito, o efeito é o contrário: a equipa passa a reportar emails suspeitos com orgulho — que é exatamente o comportamento que salva empresas.
Qual a diferença para a formação de cibersegurança que já oferecem?
Complementam-se: a formação dá o conhecimento; a simulação treina o reflexo e mede-o. Uma palestra anual esquece-se em semanas — o email falso que apanhou alguém distraído numa terça-feira às 9h não se esquece. O programa completo combina os dois: simulações contínuas + micro-formação a quem cai + sessões periódicas para toda a equipa.
Quanto custa e com que frequência se deve fazer?
O formato típico é uma subscrição anual com campanhas trimestrais (ou mensais para setores de maior risco), com custo fixo por utilizador por ano — acessível mesmo para equipas pequenas. Frequência menor que trimestral perde o efeito de treino; maior que mensal cansa. Proposta fechada após conhecermos a dimensão e o perfil de risco da equipa.
Os seguros e a NIS2 pedem mesmo isto?
Cada vez mais, sim. Questionários de seguradoras de cibersegurança e requisitos de clientes abrangidos pela NIS2 incluem tipicamente "formação de sensibilização regular" e, com frequência crescente, "testes de phishing simulado" com evidência. Os nossos relatórios trimestrais — participação, taxas de clique, evolução — são desenhados para responder a esses pedidos diretamente.
Veja também: Formação de Cibersegurança para Equipas