Casos de Estudo

Como agências WordPress em Portugal trabalham com a Vuvo

Cenários reais — anonimizados por respeito aos nossos parceiros — que ilustram como a delegação técnica resolve problemas operacionais concretos.

Caso 1

Agência de marketing digital — Lisboa, 18 sites WordPress

Situação inicial

Agência com 8 pessoas focada em campanhas Google Ads e social media. Os 18 sites WordPress de clientes eram geridos pelo diretor técnico — a única pessoa com conhecimento (e credenciais) para fazer updates, resolver problemas e gerir hosting. Backups dependiam de plugins configurados há mais de um ano, nunca testados.

O problema

  • Diretor técnico com 40% do tempo consumido em manutenção reativa
  • 3 incidentes de downtime não detetado nos últimos 6 meses
  • 2 sites comprometidos por plugins desatualizados
  • Zero testes de restore de backup realizados
  • Risco total de paralisia se o diretor técnico ficasse indisponível

Solução implementada

  • Onboarding dos 18 sites no plano Manutenção Lite
  • Monitorização 24/7 com alertas para equipa da Vuvo e para o diretor técnico
  • Backups diários off-site com retenção de 30 dias
  • Updates mensais controlados com relatório para cada site
  • Documentação de stack técnica e credenciais centralizada

Resultados após 6 meses

99.8% Uptime médio dos 18 sites
0 Incidentes de segurança
-35h/mês Tempo libertado do diretor técnico
+4 Novos projetos aceites pela equipa
Caso 2

Agência de web design — Porto, 32 sites WordPress

Situação inicial

Agência de 12 pessoas especializada em design e desenvolvimento WordPress. Com 32 sites em gestão, a manutenção consumia a capacidade de um developer a tempo inteiro. O serviço de manutenção era oferecido sem custo como "valor acrescentado" ao contrato de design — sem margem e sem processo.

O problema

  • 1 developer dedicado quase exclusivamente a manutenção (custo real: ~€2000/mês)
  • Manutenção sem receita — oferecida gratuitamente como parte do "serviço"
  • Updates irregulares — alguns sites sem updates há 4+ meses
  • Sem monitorização — downtime descoberto pelos clientes
  • Developer frustrado com trabalho repetitivo, risco de saída

Solução implementada

  • Migração dos 32 sites para plano Manutenção Lite com a Vuvo
  • 5 sites WooCommerce migrados para plano Pro
  • Agência passou a cobrar €50-€100/mês aos clientes pela manutenção
  • Setup white-label — clientes não sabem que a Vuvo existe
  • Developer reatribuído a projetos de desenvolvimento

Resultados após 6 meses

+€1.800/mês Nova receita recorrente líquida
€2.000/mês Poupança (developer reatribuído)
100% Sites com updates mensais em dia
+3 Projetos web entregues no trimestre
Caso 3

Freelancer WordPress — Algarve, 8 sites de clientes

Situação inicial

Freelancer especializado em WordPress com 8 sites de clientes — pequenas empresas locais de turismo e restauração. Sem equipa, sem tempo para manutenção regular, sem monitorização. Geria tudo sozinho e começava a recusar novos projetos por falta de capacidade.

O problema

  • Manutenção feita "quando sobrava tempo" — trimestral na melhor das hipóteses
  • Um site de restaurante hackeado com redirect para casino online
  • Backup restaurado tinha 3 meses — perda de conteúdo significativa
  • 4 horas para limpar malware + 2 horas para reconfigurar
  • Cliente insatisfeito, quase perdeu o contrato

Solução implementada

  • 8 sites migrados para Manutenção Lite
  • Monitorização 24/7 incluída
  • Backups diários off-site
  • Custo total: menos que uma hora de freelancing por mês
  • Tempo libertado reinvestido em projetos novos

Resultados após 6 meses

0 Incidentes de segurança
+2 Novos clientes aceites
~12h/mês Tempo poupado em manutenção
100% Retenção de clientes
Padrão

O que estes casos têm em comum

Manutenção consumia tempo desproporcional

Em todos os casos, a manutenção reactiva consumia entre 30-40 horas/mês — tempo que podia ser investido em projetos rentáveis.

Segurança era uma responsabilidade não assumida

Nenhuma das agências tinha processo formal de segurança. Updates esporádicos e backups não testados eram a norma.

Manutenção podia ser receita, não custo

Ao delegar e cobrar, a manutenção transformou-se de custo operacional em fonte de receita recorrente com margem positiva.

Delegação libertou capacidade

Em todos os casos, o tempo libertado foi convertido em novo negócio — mais projetos aceites, mais clientes servidos.

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